segunda-feira, 9 de setembro de 2013

FRASEADO

        

  Como é de praxe, acordei com uma imensa vontade de escrever. Por vezes, me vem uma ideia, mas por preguiça de pegar folha e papel, deixo-a fugir. Hoje não. Hoje me veio a vontade de frasear. Em papel, ou mesmo em tela de notebook. Mas frasear sobre o que? De tantas temáticas posso dispor!
          Gosto de escrever por mil motivos. O mais sutil de todos, é pra ver como as vogais e consoantes se pegam nas mãos, formando o arranjo simples e genial, que é o vocábulo. E de vocábulo em vocábulo, cria-se a oração, a frase. Frase a frase engatilha-se o parágrafo. O texto, o poema. A ode. Pode?
          O intuito principal e final é o comunicar. Fico imensamente feliz, pelos primatas terem evoluído, e num atmo terem parido a linguagem, e depois, a língua. E como é sempre linda! Ajudando-nos a descrever bons momentos, explicitar sentimentos.
          Que bom é poder sempre dispor do verbo, quando preciso. Nem quero mais escrever sobre outro assunto, agora. Acabei por fazer metalinguagem sem nem querer.
          

2 comentários:

  1. Sem nem querer, sei...
    Eu não tenho esse amor pelo ato de escrever em si, nem conheço alguém além de você que tenha. Deve ser por isso que você é tão craque nisso.

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  2. Hehehe.... chato, descobriu o meu segredo... Sambando na minha cara em 3,2,1. Kkk. Mas gosto muito de escrever, realmente. E acho que até que o faço bem. Rs. Mas valeu pela força aí.

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