Como é de praxe, acordei com uma imensa vontade de escrever. Por vezes, me vem uma ideia, mas por preguiça de pegar folha e papel, deixo-a fugir. Hoje não. Hoje me veio a vontade de frasear. Em papel, ou mesmo em tela de notebook. Mas frasear sobre o que? De tantas temáticas posso dispor!
Gosto de escrever por mil motivos. O mais sutil de todos, é pra ver como as vogais e consoantes se pegam nas mãos, formando o arranjo simples e genial, que é o vocábulo. E de vocábulo em vocábulo, cria-se a oração, a frase. Frase a frase engatilha-se o parágrafo. O texto, o poema. A ode. Pode?
O intuito principal e final é o comunicar. Fico imensamente feliz, pelos primatas terem evoluído, e num atmo terem parido a linguagem, e depois, a língua. E como é sempre linda! Ajudando-nos a descrever bons momentos, explicitar sentimentos.
Que bom é poder sempre dispor do verbo, quando preciso. Nem quero mais escrever sobre outro assunto, agora. Acabei por fazer metalinguagem sem nem querer.






